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30 anos de teatro 

Auto da Índia - Projecto Teatro e Património IN - Espaço Magalhães em Sabrosa

A companhia de Teatro Filandorra – Teatro do Nordeste, uma Cooperativa de Produção, Formação e Animação Teatral  celebra 30 anos de existência. Uma história feita de teatro para todos os públicos e com uma panóplia de dramaturgos nacionais e internacionais. “O Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente, “A menina do mar” de Sophia de Mello Breyner  são algumas das peças  que permanecem nas memórias de muitos transmontanos. Três décadas de resistência cultural e de criação de novos públicos . A Raízes foi conhecer a história desta companhia de teatro transmontana.

Há já 30 anos que nasceu a Filandorra – Teatro do Nordeste, uma Cooperativa de Produção, Formação e Animação Teatral, integrando o então Centro Cultural Regional de Vila Real, vindo a autonomizar-se desta instituição a partir de Janeiro de 1992. “A nossa actividade é desenvolvida a partir da Autarquia / Sede (Centros de Produção) – Vila Real – e alargamos o nosso espaço de intervenção a mais duas redes de autarquias: as de “Curta Permanência – Comunidades de Acolhimento e Residências Artísticas, onde são desenvolvidas actividades de Produção, Formação e Animação, articuladas com redes do Ensino Básico, Secundário e Universitário, Juntas de Freguesia e Associações Culturais locais”, explica o Director Artístico da Filandorra, David Carvalho.

Três décadas de resistência cultural e de criação de novos públicos .“Afirmamo-nos como Companhia de “reportório” apostada no desenvolvimento e criação de novos públicos. Ainda neste âmbito, temos desenvolvido com os escritores António Manuel Pires Cabral, Marília Miranda e Alexandre Parafita uma linha de criação de nova dramaturgia centrada nos valores de identidade cultural Transmontano – Duriense”, refere o director artístico.

Reportagem para ler na íntegra na edição impressa.

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