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A música que toca na alma 

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Os Lacre são cinco pessoas ímpares com a ambição e o talento de criar música genuína, juntaram-se por mero acaso ou fruto de um destino em Bragança. Com o seu género “Canção” de influências eruditas e levemente adornadas com a tristeza e a melancolia do fado, os Lacre pretendem elevar-nos para um estado de alma mais elevado. Contamos-lhe a sua história.

Cinco personalidades muito diferentes, com influências distintas e variadas mas com o mesmo objectivo comum de fazer um som intimista, plenamente acústico  que tocasse na alma dos ouvintes, decidindo assim tornar o projecto único, apesar das influências latentes que a espaços revelam, tanto na sua música, como nas suas letras.

A Raízes esteve à conversa com os Lacre que contam como se cruzaram os seus caminhos. Miguel Moita Fernandes era amigo de infância de Yazalde Afonso com quem teve inclusive outros projectos musicais antes dos Lacre. Depois de algum tempo parados decidiram tirar o pó às guitarras que estavam encostadas e criar algo novo. “ O Yazalde já me tinha pedido diversas vezes para fazer um novo projecto, depois de muita insistência da parte dele, eu cedi, impondo algumas condições: fazer algo completamente acústico, cantar em português e fazer música que entrasse e tocasse o coração e a alma das pessoas”, conta Miguel Moita Fernandes.

Reportagem para ler na íntegra na edição impressa.

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