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Aluna da UTAD estuda planta que substitui o sal 

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Cultura in vitro de Salicórnia permite a produção em larga escala desta planta que poderá revolucionar a gastronomia portuguesa.

Marisa Ribeirinho, 24 anos, começou esta investigação ainda durante a sua licenciatura em Genética e Biotecnologia na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD). Agora frequenta o mestrado em Biologia Clínica Laboratorial e em conjunto com a docente e investigadora do departamento de Genética e Biotecnologia, Fernanda Leal, conseguiu aprofundar este estudo percebendo que assim é possível fazer micropropagação da Salicórnia em laboratório.
“Nestas condições será possível obter a planta durante todo o ano em qualquer parte do país e não apenas nos campos de salinas que é o seu habitat natural”, refere a investigadora.
A Salicórnia é comestível, neste momento, entre Abril e Julho. O desafio de criar um meio de cultura para a planta poder crescer em condições controladas, in vitro, vai permitir que possa ser produzida durante todo ano e com propriedades mais puras.
Apesar das inúmeras vantagens do seu consumo, a Salicórnia é pouco conhecida pelos consumidores portugueses. No entanto, é conhecida e consumida em países como França e Holanda por ser “comestível, salgada, suculenta e saborosa, por isso muito utilizada em saladas, como substituto de sal”.

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