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Brigantia Ecopark: um centro de tecnologia e ciência para empresas 

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A infra-estrutura pretende ser acolher instituições científicas e empresas de base tecnológica de baixo impacto ambiental

A cerimónia inaugural foi presidida pelo primeiro-ministro. Pedro Passos Coelho afirmou que com o Parque de Ciência e Tecnologia de Bragança será mais fácil captar empresas para o Interior.

“Nós do ponto de vista das infra-estruturas de desenvolvimento das acessibilidades para Trás-os-Montes e Alto Douro têm vindo a melhorar consideravelmente. Parece-me que as condições de qualidade de vida que se sentem numa cidade como Bragança por isso o que faltava é dar melhores condições para as empresas de base tecnológica, usufruindo de uma estrutura como esta”, refere o governante.

O primeiro-ministro referiu ainda que em Bragança, mesmo sem o Ecopark, o emprego em tem vindo a crescer devido ao investimento privado, dando o exemplo da Faurecia.

O Brigantia Ecopark pretende ser acolher instituições científicas e empresas de base tecnológica de baixo impacto ambiental. Para já, será lá instalado o Centro Nacional de Competências dos Frutos Secos.

O presidente da Câmara Municipal de Bragança avançou que já estão sete empresas aprovadas para se instalarem, no entanto, salienta que o processo de análise das candidaturas é demorado e rigoroso.

“Temos tido várias manifestações de interesse de várias empresas para vir para o Brigantia Ecopark. De qualquer forma a selecção dessas empresas é um processo muito rigoroso e feita por pessoas de reconhecida idoneidade e absolutamente independentes nessa avaliação”, afirma Hernâni Dias.

No edifício, inaugurado na passada sexta-feira, existem 35 espaços para incubação, 16 para empresas consolidadas, 23 laboratórios e 23 armazéns.

Artigo para ler na integra na edição impressa.

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