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Mais do que uma “pedra preciosa” em Vila Pouca de Aguiar 

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O sector do granito de Vila Pouca de Aguiar, apesar do abrandamento das obras públicas em Portugal, tem conseguido suportar o impacto da crise. A indústria do granito emprega cerca de 1800 pessoas de forma directa e continua a gerar um volume de negócios anual que ronda os 10 milhões de euros. Extrai um quarto do granito do país, o que significa entre 700 e 800 mil toneladas por ano.

Nesta região são exploradas três variedades de granito: o granito de Pedras Salgadas, o granito da serra da Falperra, com a designação comercial Amarelo Real, e o granito de Telões. Os dois primeiros constituem importantes núcleos de exploração e por essa razão estão enquadradas em áreas classificadas: Área Cativa de Pedras Salgadas (granito de Pedras Salgadas) e área de Reserva da serra da Falperra (granito Amarelo Real).

Este continua a ser o motor da economia do concelho com mais de 60 empresas a laborar no entanto, segundo o presidente da Associação dos Industriais do Granito (AIGRA), Domingos Ribeiro, há ainda fragilidades no sector que precisam de ser combatidas. A dimensão reduzida de algumas empresas que impedem a aquisição de equipamentos mais produtivos bem como o número de quadros qualificados. Acessibilidade aos locais de extracção, em especial à serra da Falperra, que requerem um custo elevado de transportes.

Artigo para ler na íntegra na versão impressa.

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