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Nuno Ferreira arrecada prémio de música clássica em Espanha 

nuno ferreira

O jovem violoncelista de Mirandela, Nuno Ferreira, foi o vencedor do Prémio “Arkady Futer”, dos cursos de verão daquela famosa academia, que aconteceram no Conservatório de Música e Dança de Gijón, em Espanha.

É mais uma prova do talento deste jovem violoncelista que deu os primeiros passos no mundo da música, na ESPROARTE (Escola Profissional de Arte de Mirandela).
Aproveitando o período de férias, Nuno Ferreira decidiu integrar os primeiros cursos de Verão da academia Arkady Futer, nome do famoso violinista da orquestra de câmara dos virtuosos de Moscovo.
Para além dos cinco dias de aprendizagem musical e técnicas corporais, havia também a possibilidade de participar num concurso em que os vencedores tinham direito a tocar, a solo, no concerto de laureados com membros da famosa Camerata “Tchaikovsky”.
O violoncelista de 22 anos foi um dos vencedores. “Foi uma experiência incrível e inesquecível ter conseguido a oportunidade de trabalhar com estes músicos que já admirava antes de os conhecer e que agora tive o privilégio de tocar com eles. Foi fantástico”, afirma Nuno que não tem dúvidas que esta sua nova experiência pode ajudar a abrir portas no futuro, no mundo da música clássica
“Para além de ganhar experiência, fiquei a conhecer pessoas que podem vir a ser importantes no futuro, dado que ficam sempre contactos e a possibilidade de ser chamado para integrar novos projetos”, conta.
O mirandelense, que concluiu a licenciatura de violoncelo, na Escola Superior de Música, Artes e Espectáculo, do Porto, já aponta baterias para um novo projeto, em Santa Cristina do Couto, (Santo Tirso).
“É um performer diploma com a duração de dois anos, que até aqui só acontecia no estrangeiro. É uma espécie de mestrado focado na formação de instrumentistas solistas em que terei oportunidade de trabalhar com alguns dos melhores violoncelistas do mundo. Para além disso, no final de cada semestre há um recital em vários locais da Europa”, explica.
Trata-se de mais um passo na sua evolução como violoncelista no seu objetivo de vir a integrar um projeto de nível internacional, no estrangeiro.
Nuno não esquece a importância que a ESPROARTE teve na sua vida. “Sempre tive uma paixão enorme pela música e quando soube que na Esproarte podia aprender música e continuar com os estudos normais então não olhei para trás e penso que foi a melhor decisão que tomei até agora”, confessa.

Por Fernando Pires

Reportagem para ler na íntegra na edição impressa.

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