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Um amor a crianças em Angola 

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A Soraia Martinho faz parte desta nova geração que se viu sem trabalho em Portugal e decide arriscar a longas milhas de casa. Educadora de infância, sem trabalho estável, surgiu a oportunidade, como boa transmontana, não hesitou e foi para Angola trabalha em Janeiro deste ano. A Raízes foi saber as disparidades sociais e laborais com que se deparou Soraia desde que chegou a África.

Da pacata vila de Vinhais no distrito de Bragança a jovem de 30 anos decide mudar radicalmente de vida e ir viver para Angola, no continente africano. “Uma vez que em Portugal não conseguia estabilidade a nível de trabalho, quando surgiu a oportunidade de emigrar para Angola decidi arriscar. África sempre foi um objectivo para mim. Nunca consegui perceber muito bem porquê mas sempre senti uma ligação muito forte à cultura africana”, explica à Raízes Soraia Martinho.

Educadora de infância foi sempre a profissão de sonho de Soraia Martinho mas depois da licenciatura no Instituto Politécnico de Bragança em 2010 percebeu que não ia ser fácil arranjar um emprego estável na área. “Tive experiêcias fantásticas na área em Portugal. Estive numa academia de crianças. Mais tarde trabalhei também no Jardim de Infância Cáritas Diocesana de Bragança e no Jardim de Infância da Santa Casa da Misericórdia de Vinhais. E durante alguns meses trabalhei também na Comissão de Proteção de Crianças e Jovens em Risco”, conta a transmontana.

Reportagem para ler na íntegra na edição impressa.

Resposta a Um amor a crianças em Angola

  1. Nádia Alferes

    E, sendo uma das privilegiada por fazer parte de sua equipe, venho confirmar o quão excelente coordenadora pedagógica se tornou.
    Não só preza pela autoridade mas pelo amor e amizade… E que faz desta transmontana, muito espécial.
    Sucesso nos teus afazeres profissional e nos afazeres quotidiano, é o que desejo pra si.

     

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